como ela està disponível a deixar - se
tomar pelos pequenos detalhes do quotidiano
na ciência como em outras actividades o mais
importante não è o que chamamos cientifico
è o lado humano criou - se a ideia que o cientista
è isento de erro uma espécie de ser privilegiado
que apenas trilha pelos atalhos do rigor e da exactidão
essa aversão pelo erro è o mais ^grave dos erros è tão
vital errarmos como acertarmos devemos afastar o medo
de errar devemos o gosto de experimentar mesmo
cometendo falhas a natureza foi evoluída graças
ao erro básico que è a mutuação se os genes nunca falhassem
não haveria a diversidade necessária para a continuidade
da vida os processos vitais exigem a mesmo tempo o rigor
e o erro não podemos ter medo de não saber o que devemos
recear è o não termos inquietação para passarmos passarmos
a saber
o que pode suscitar uma pequena história è quando por trás
de um cientista reside um homem com suas ignorâncias
suas incertezas e suas crenças tantas vezes muito pouco
cientifico
sò se escreve com intensidade se vivermos intensamente
não se trata apenas de viver sentimentos mas de ser vivido
por sentimentos
há quem acredite que a ciência è um instrumento para governar
o mundo eu preferia ver no conhecimento cientifico um meio
não para alcançar não domínios mas harmonias
criamos linguagens de partilhas com os outros incluindo os seres
que acreditamos não terem linguagem
entendermos e partilhar a linguagem das árvores os silenciosos
códigos das pedras e dos astros
conhecermos não para sermos donos ma para sermos mais
companheiros das criaturas vivas com quem partilhamos
este universo para escutarmos histórias que não são em
todo o momento contadas por essas criaturas

Sem comentários:
Enviar um comentário