tão solto cà dentro
de feto para potro
de um poema a outro
apago o teu peito
acendo a tua nascença
e cansado molho a lìngua
do cavalo na fùria desse
rosto ...
o beijo da quilha na boca da água vai - me tocando entre o céu e o mar o azul de outro azul enquanto na funda transparência sinto a vertigem...
Sem comentários:
Enviar um comentário